quarta-feira, 8 de junho de 2016

Contradições cotidianas filosóficas na vida de um cristão

Semana passsada me deparei com uma argumentação filosófica nietzscheziana (se é que existe esse adjetivo!!): "A busca da felicidade é falsa. A vida não passa de uma angústia, dor e constante luta por algo que nos deixe um pouco mais felizes". Baseado na obra "Assim falava Zaratrusta" de Frederico Nietzsche e o personagem Jacinto de "A cidade e as serras" de Eça de Queiroz, a busca pela felicidade é falsa, pois nascemos, crescemos, sofremos, envelhecemos e morremos. A vida não tem sentido de vida, viver uma felicidade e ilusão. Você compra algo, fica feliz por um momento, depois se acaba. Você conquista algo, mas instantes depois uma outra meta é estabelecida pois a anterior já não te satisfaz. Portanto, vivemos sem função específica, um pseudo-natimorto. Mas poucos dias após deparar-me com essa argumentação, recebo uma mensagem escrita por Cora Coralina: " Não sei se a vida é curta ou longa demais pra nós, mas sei que nada do que vivemos em sentido se não tocarmos o coração das pessoas". Caramba, está aí a resposta do dilema. Colo que acolhe,  Palavra que conforta, silência que respeita, alegria que contagia, lágrima que corre, olhar que acaricia, desejo que sacia, amor que promove; é isso que dá sentido a vida.
JESUS mostrou o caminho para Maria Madalena ser feliz: Vá e não peques mais! Ela nunca mais foi a mesma pessoa. JESUS ressuscitou Lázaro. Ele nunca mais foi a mesma pessoa. Jesus inspirou Cora Coralina. Ela nunca mais foi a mesma pessoa. JESUS morreu na cruz por você, e se você aceitá-lo, você NUNCA MAIS SERÁ A MESMA PESSOA.

Leandro Elias
Aumentando o Sentido da Vida
Seguidor de Jesus

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